sábado, 12 de outubro de 2019

O RACISMO NEGRO EM PORTUGAL

 A ver se finalmente arrumo este tema na minha cabeça e façam-nos de burros, como fazem há anos, mas devagarinho, sim? Que tudo tem os seus limites e o estranho caso desta Joacine Katar Moreira...

Esta Joacine Katar Moreira, é a candidata do LIVRE, tem 37 anos, é natural da Guiné-Bissau, dizem ser licenciada, em História Moderna e Contemporânea, na vertente de Ge
stão e Animação de Bens Culturais, que possui um mestrado, em Estudos do Desenvolvimento e que tem um doutoramento, em Estudos Africanos no ISCTE-IUL.

Esta Joacine apesar de todas estas suas ditas qualidades e nenhuma delas, até hoje ainda comprovadas, tem uma peculiaridade distinta de todos os outros “políticos” “Portugueses”, é que sofre de gaguez e condição essa, que lhe garante mais tempo de antena efectivamente, mas Joacine supera a bem a simples gaguez.

Esta Joacine, sofre de gaguez bem selectiva...

É selectiva e as situações, ou conveniências, sejam elas políticas, ou simplesmente, para criarem dó de alguém, que até a gaguejar, não consegue tempo suficiente, para esconder o seu discurso racista, ora vejamos bem os dois exemplos, em que a candidata do LIVRE realmente tem um discurso fluente.

https://m.facebook.com/story.php...

E aqui outro.

https://m.facebook.com/story.php...

E aquí uma das entrevistas, em que a Joacine candidata sofre da estranha e aguda patologia momentânea.

https://observador.pt/.../joacine-katar-moreira-em.../

Mas confrontada, com o sucedido a candidata elucida a sociedade, com a seguinte resposta elaborada, não posso deixar de me questionar, se a gaguez, será por estar no país, que diz ser racista e marginalizador de minorias étnicas, o mesmo país, que a acolhe a Joacine e muitas outras pessoas, com este mesmo distúrbio mental de cuspirem no prato onde comem.

A mesma estirpe de pessoa, como o Mamadou Bá, que se deliciam, em polarizar as pessoas, ao mesmo tempo, que se esquecem, que o erário público, que lhes paga o ordenado, não vem das pessoas, que defendem.

O simples facto de poderem debitar o estrume, que debitam, pelas suas bocas, é um sinal suficiente, que Portugal, não é um país racista, mas que no entanto, são eles próprios, que estão a criar o racismo e certos energúmenos acreditam nisto do tal racisto.

Parece-me sim, que ”toda esta gente, que muito destila ódio, pelo povo português”, como esta Joacine, apenas entra na onda, dos que querem acabar, com o nosso modo de vida, que conhecemos, com a nossa segurança e com os valores cristãos europeus, com que crescemos.

https://www.publico.pt/.../livre-quer-retirar-educacao...

Para tornar o país, numa selvageria, com cotas raciais a ultrapassarem a meritocracia e conhecimentos de um aluno, para tornar o país, numa colônia africana, em que o povo nativo, é submetido às vontades de uma minoria, que subsiste dos seus parasitismos sociais e do erário público e enquanto, que os portugueses se vêem aflitos, para chegarem, ao final do mês e os seus idosos, sem os medicamentos e os hospitais, ou serviços públicos, em que as Polícias tem as suas mãos atadas, para fazerem cumprir todas as leis da República e que toda esta bandidagem e a sua corrupção, sejam as profissões mais rentáveis e isentas de qualquer escrutínio.

Isto são simplesmente e são bem pagos, para polarizaram a população e levarem as pessoas, ao desespero e consequentemente, ao tal racismo primário da treta, mas que pega bem.

Na África do Sul, os brancos, são perseguidos e mortos e nesta nossa própria terra, somos os tais racistas, quando eles, é que destilam ódio, são eles os verdadeiros racistas, porquê que todos eles, não têm um único deputado branco, nos seus parlamentos das nossas ex-colónias e porque vêm agora, com toda esta conversa da treta do racismo? Pensem bem e abram os vossos olhos, pois isto tudo, não passam de gente vil e com certos golpes teatrais de umas pessoas, sem escrúpulos e movidas, pelo ódio racial e de outras coisas mais.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019


                     PARA REERGUER PORTUGAL
                                  PARTIDO POLÍTICO “ CHEGA “

70 MEDIDAS PARA REERGUER PORTUGAL

MANIFESTO POLÍTICO "CHEGA" ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2019 IDENTIDADE NACIONAL E FAMÍLIA

1  Desenvolvimento de um projecto educativo para transmitir o conhecimento sobre a história de Portugal e o nosso contributo para a civilização, com ênfase na formação do país e nos descobrimentos.
2 Recusa total do designado “Acordo Ortográfico” de 1990, que deverá ser suspenso sem qualquer reserva e sem possibilidade de revisão. Este Acordo é uma péssima reforma ortográfica, que na verdade nunca foi cumprido pelo que, não pode estar em vigor em nenhum dos países da CPLP.
3 Supressão da Lei da Paridade e de qualquer tipo de as políticas de quotas. Defendemos uma sociedade justa e não com base na discriminação, defendemos uma sociedade com base no mérito, onde os melhores não serão prejudicados pelos medíocres!
4 Aumento dos benefícios fiscais para famílias numerosas, medidas de apoio à natalidade. Estabelecimento de bonificações proporcionais ao número de membros da família em todos os tipos de bens de primeira necessidade, como eletricidade ou gás ou acesso a bens culturais.
5 Aumento faseado ao longo de 4 anos, das licenças de maternidade para os 3 anos, que seria estendida para mais um ano no caso de crianças com deficiência.
6 Dar equidade ao abono de família, permitindo um aumento significativo para quem realmente necessita de apoio! Assim propomos um aumento de 100 euros para os 1º, 2º, 3º e 4º escalões de rendimentos, para crianças nascidas e com nacionalidade Portuguesa com mais de 36 meses até aos 16 anos.
7 Revogação da Lei do Género e Igualdade, em alternativa a criação de uma verdadeira Lei da igualdade entre homens e mulheres! Obrigatoriedade de autorização expressa, individualmente, do encarregado de educação para qualquer atividade com conteúdo de valores éticos, sociais, cívicos, morais ou sexuais.
8 Defesa e promoção da atribuição da Guarda Partilhada com Residência Alternada em casos de divórcio dos progenitores sempre que ambos demonstrem vontade para tal.
9 Revogação da Lei do Género e Igualdade, em alternativa a criação de uma verdadeira Lei da igualdade entre homens e mulheres.
10 Reforma das leis nacionais de adoção. É também fundamental que as mulheres com gravidez inesperada ou indesejada tenham informações, assistência e alternativas verdadeiras. EDUCAÇÃO
 11 Criação de um sistema de bolsas mais eficiente para famílias com menos recursos, nomeadamente na insenção de propinas. Promover uma lei de mecenato, para que indivíduos e empresas possam participar inclusivamente na criação dessas bolsas, aumentando a dedução fiscal das contribuições.
12 É inaceitável que as crianças do ensino público não tenham todos os professores previstos, o Estado deverá assegurar um abono de deslocação para professores que tenham que se deslocar para distâncias superiores a 100 km através da criação de uma tabela (revista anualmente) de valores, tendo em conta, a distância do local de residência, os valores de mercado imobiliário e a falta de professores na área.
13 Obrigatoriedade dos filhos dos professores deslocados para locais onde há falta de professores e isso implique mudança de residência, terem vagas nas escolas da área onde os pais vão lecionar.
14 Obrigatoriedade de autorização expressa, do encarregado de educação, para qualquer actividade com conteúdo de valores éticos, sociais, cívicos, morais, religiosos ou sexuais, para alunos até ao Ensino Secundário e a proibição da propaganda da agenda LGBTI no sistema de ensino com o fim da aplicação das ideologias de inclusão e ideologia de género no sistema nacional de educação. JUSTIÇA
15 Implementar a obrigatoriedade da exclusividade no exercício do mandato de deputado!
16 Promoção de uma lei de violência doméstica que proteja igualmente idosos, homens, mulheres e crianças.
17 Obrigatoriedade da vítima de violência interpessoal ser observada por enfermeiros forenses, para realização de exame forense, documentação de lesões, preservação e recolha de vestígios e encaminhamento, mantendo a cadeia de custódia da prova.
18 Permissão às vítimas que tenham sofrido de agressões mais graves, de mudar de identidade e a criação de mecanismos legais para que possam beneficiar de perdões fiscais, sociais, bancários, entre outros, quando, em resultado destes crimes, tiverem que abandonar as suas vidas profissionais e deixado de poder cumprir com obrigações cíveis – mormente, com períodos de carência em empréstimos bancários e outras, tendo visto a sua vida completamente destruída a vários níveis, do seu quotidiano.
19 Introdução de legislação, no Código Penal, sobre a castração química como forma de punição de agressores sexuais, a qualquer culpado de crimes de natureza sexual cometidos sobre menores de 16 anos. Na primeira condenação, a castração química é uma opção de quem aplica a pena, na segunda será obrigatória. Pode ser cumulativa com outras penas como a prisão e é aplicada quando o agressor estiver em liberdade condicional.
20 Obrigatoriedade de penas de prisão efectiva para quaisquer crimes de violação, sem possibilidade de pena suspensa.
21 Introdução da pena de Prisão Perpétua para os crimes mais graves, nomeadamente crimes de terrorismo ou homicídios com características especificas.
22 Publicação de dados sobre nacionalidade e origem nas estatísticas de delitos
23 Retirada de todos os privilégios nas prisões (salários, apoios sociais, bolsas de estudo,...) para prisioneiros condenados por terrorismo e quaisquer imigrantes ilegais.
24 Fomentar mais acordos com o sector privado e alguns serviços públicos de forma a que todos os reclusos trabalhem, preferencialmente dentro dos Estabelecimentos Prisionais, de forma a contribuirem para as despesas que os contribuíntes têm com a sua subsistência.
25 Alterar a legislação para permitir a classificação dos bens e valores que revertam para o estado nos processos crime, para um fundo permanente gerido por representantes das corporações policiais, para financiar os agentes dessas corporações que tenham sido lesados fisicamente no combate ao crime ou para as famílias directas dos mesmos.
26 Reforma do Sistema Judiciário para uma independência real do poder político. Todos os membros do Supremo Tribunal deverão ser eleitos por concurso de mérito por e entre aqueles que fazem parte da comunidade da Justiça e não pelo poder político. Supressão do Tribunal Constitucional, sendo as suas funções assumidas pelo Supremo Tribunal de Justiça.
27 Preparar de forma gradual a integração das Forças de Segurança numa única Polícia Nacional, de forma a agilizar procedimentos e conter custos que neste momento são duplicados ou triplicados. A reorganização das forças de segurança,  implicará a melhoria das condições de vida familiar dos profissionais das forças de segurança, porquanto permitir desde logo e num hiato de tempo reduzido o desenvolvimento da atividade profissional em áreas geográficas para as quais teriam de aguardar muitos anos até se obterem as transferências.
28 Qualquer cidadão que cumpra 10 anos de serviço militar terá prioridade em candidaturas ao Corpo de Guardas Florestais, Prisionais, Forças Policiais,...
29 dos 14 aos 18 anos façam diversos tipos de tarefas cívicas em prol da sua comunidade, sobre supervisão das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.
30 Dotar a nação de meios militares, humanos e estratégicos para uma proteção e supervisão mais eficaz das nossas águas territoriais.
31 Urge a extinção da figura de “excesso de legítima defesa” em caso de reacção violenta das vítimas contra assaltos a estabelecimentos comerciais ocorridos no seu interior, ou em caso de intrusão de estranhos no domicílio em flagrante delito. Idem em caso de ameaça de danos graves por parte de suspeitos insubmissos em acções formais de serviço das autoridades policiais e contra estas. Para tal será ampliado o conceito de legítima defesa diminuindo a amplitude do conceito de excesso de legítima defesa. ECONOMIA
32 Redução dos gastos políticos, nomeadamente com a redução do número de deputados na Assembleia da República. Eliminação de cargos duplicados e/ou desnecessários, de apoios a Fundações que se sobrepõem umas às outras em termos ideológicos, de finalidade,...
33 Acabar com os privilégios dos deputados, colocando em igualdade de direitos com a maioria dos cidadãos, bem como terminar as regalias dos altos cargos públicos, como viaturas ou motoristas, no dia-a-dia.
34 Abolição do Imposto Municipal sobre Imóveis  (IMI). O custo fiscal incorporado num imóvel, quando da sua compra, representa cerca de metade do valor pago pelo comprador ao vendedor. Pelo que continuar a pagar um imposto sobre esse imóvel ao longo da sua vida económica é, de todo, injustificado.
35 Um novo modelo para as reformas baseado na garantia de uma pensão mínima reavaliada com o custo de vida e garantir o direito dos cidadãos de ter suas próprias economias no final da vida profissional que complementam as aposentadorias, nomeadamente na forma de um PPR ou Seguro. Proposta para a existência de um tecto máximo para as reformas e um valor mínimo inicial de 400 euros.
36 Apesar da redução dos impostos para os 6%, propomos a eliminação ou diminuição das tarifas sobre a Electricidade (Imposto Especial de Consumo, a Taxa de Exploração e a Contribuição Audiovisual), a Água e o Gás (IEC e Taxa de Ocupação do Subsolo).
37 Fim do IRC, para micro empresas até 3 funcionários com faturação anual inferior a 150 mil euros.
38 Abolição total dos impostos sobre os bens tributados em casos de herança, para todos os beneficiários legítimos (familiares directos).
39 Apoio aos trabalhadores independentes com a redução da Taxa de IVA trimestral sempre que o vencimento (média mensal) seja inferior ao Ordenado Mínimo Nacional.
40 Combater as desigualdades de oportunidades que separam os cidadãos das áreas rurais e urbanas. Promoção de apoios tributários para a Industria e Comércio nas zonas rurais e do interior do país.
41 O Estado tem o dever de proteger o cidadão do Sistema Financeiro Impedindo que os bancos ou empresas credoras tomem posse das casas dos clientes, quando, o incumprimento do cliente do banco, é por desemprego, doença ou negligência do banco aquando da atribuição do crédito habitação.
42  Revisão ou renegociação de todas as PPP’s lesivas para o erário público, em que as empresas privadas recolhem os lucros e os investimentos são feitos pelo estado, lesando todos os contribuintes.
43 Ao Estado apenas caberá intervir na actividade económica (entendendo como actividade económica qualquer actividade na produção e prestação de bens e serviços, quaisquer que sejam esses bens e serviços) como entidade arbitral e reguladora (correcção das ineficiências de mercado) e nunca como dinamizadora, e muito menos motora dessa actividade.
44 No cumprimento do princípio fundamental da subsidiariedade, a entidade ”Estado” será meramente supletiva e/ou complementar na prestação de serviços e fornecimento de produtos e apenas depois de esgotadas todas as alternativas privadas, sociais, mutualistas ou cooperativas para a prestação desses serviços.
45 Obrigar a que todas as instituições do Estado, tenham um contacto telefónico a custo zero, proibindo que as mesmas tenham números de contacto de “valor acrescentado”.
46 Ao rendimento mínimo garantido, terá de corresponder a obrigatoriedade de serviços prestados à comunidade, será  instituído o serviço comunitário obrigatório durante a concessão de subsídio de desemprego.
47 Revogação da Lei de Bases da Habitação que regula incumbir ao Estado português o “direito” à habitação a todos os cidadãos independentemente, entre outros critérios, do território de origem ou da nacionalidade. Entendemos que não deverá ser obrigação do Estado providenciar habitação social a cidadãos estrangeiros - imigrantes, migrantes ou refugiados - residentes em território nacional com base em medidas de discriminação positiva conforme indica a mesma Lei. SAÚDE
48 Eliminar das isenções na saúde pública todas as intervenções cirúrgicas não relacionadas à saúde, como mudanças de sexo e aborto (exceptuando casos de violação, má formação ou outros que periguem a vida da mulher).
49 Obrigatoriedade de todos os nascidos em Portugal disporem de um médico de família.
50 Proibir terminantemente e sobre regulação directa do Ministério da Saúde, a exportação de medicamentos enquanto o mercado interno não estiver comprovadamente abastecido.
51 Eliminação do acesso gratuito a serviços de saúde para imigrantes ilegais e comparticipação para todos os residentes legais que não tenham um mínimo de 5 anos de permanência em Portugal, com excepção de serviços de urgência.
52 Criação de uma Rede de Cuidados Paliativos e de Residências Geriátricas que procurem suprir as necessidades dos cidadão mais idosos para que tenham uma vida digna e confortável até ao fim.
53 A criação de uma carreira de médico dentista na administração pública que aguarda aprovação há mais de um ano e que permita que todas as Unidades de Saúde tenham profissionais nesta área completamente negligenciada pelos consecutivos governos.
54 Introdução de profissionais das chamadas medicinas alternativas, como a acupuntura e a osteopatia, em Unidades de Saúde do SNS.
55 Redução do IVA na frequência de Ginásio para a taxa mínima e propor alterações da Lei, para que estas despesas possam ser consideradas como dedução à coleta do IRS, a título de despesa de saúde. RELAÇÕES INTERNACIONAIS E IMIGRAÇÃO
56 Informar no imediato as Nações Unidas da saída de Portugal do Pacto Global para a Migração, a questão da imigração deve ser tratada de acordo com a realidade e a soberania de cada país.
57 Promover um novo tratado europeu, na linha defendida pelos países do grupo Visegrado em termos de fronteiras, soberania nacional e respeito pelos valores da cultura europeia.
58 Deportação de todos os imigrantes ilegais para os seus países de origem, bem como de todos os imigrantes que, mesmo tendo a situação legalizada, cometam crimes que originem condenação a penas de prisão efectiva.
59 Qualquer imigrante em situação ilegal dentro do país ficará afastado da possibilidade de regularizar a sua situação e de receber quaisquer apoios do Estado Português.
60 Para pedidos de nacionalidade, aumentar as exigências ao nível da língua portuguesa, falada e escrita, bem como da integração cultural.
61 Perda da nacionalidade para cidadãos de origem estrangeira que cometam actos de terrorismo ou atentados contra a soberania, segurança e independência de Portugal.
62 Rever e renegociar todos os acordos de ajuda financeira, médica, logística e outras, com os PALOP e promover com eles um Plano de Cooperação para a gestão de investimentos, ajudando as empresas nacionais e a ordenação do fluxo migratório.
63 Serão estabelecidas quotas de origem privilegiando as nacionalidades que compartilhem com Portugal o idioma e a cultura. Combater práticas políticas e religiosas que ofendam o ordenamento jurídico português (mormente, o anti-semitismo, as ideologias do género, a aplicação da Sharia, a excisão, os casamentos forçados de menores, a inibição da sua frequência da Escolaridade Mínima Obrigatória, do Racismo de qualquer natureza, entre outras).
64 A necessidade da reavaliação do interesse efectivo  da nossa presença na ONU, pois no estrito quadro das suas atribuições, a sua total inoperância e crassa inutilidade são por demais evidentes. Em contrapartida, transformou-se numa produtora e difusora do marxismo cultural e do globalismo massificador que não estamos dispostos a consumir e, muito menos, a pagar para isso. AMBIENTE
65 Incentivar o combate ao desperdício alimentar premiando fiscalmente as empresas de restauração e as cantinas com programas de efeitos mensuráveis de combate ao desperdício alimentar.
66 Desenvolvimento de um plano energético com o objetivo de alcançar a auto-suficiência energética portuguesa, com base em energia barata, sustentável, eficiente e limpa.
67 Criação de uma Força de Guardas Florestais para salvaguardar as nossas florestas e agilizar todas as acções de combate a incêndios.
68 Reformulação da moldura penal para o crime de fogo posto e que contemple o agravamento substancial das penas de prisão por equiparação do crime de fogo posto ao crime de terrorismo, tal como a obrigatoriedade do pagamento de indemnizações aos proprietários dos terrenos ardidos.
69 Redução para metade dos custos inerentes às licenças de caça (especialmente caça grossa) e de toda a burocracia excessiva existente.
70 Introduzir no ensino básico e secundário a leccionação das boas práticas de combate ao desperdício, designadamente dos recursos naturais e nas áreas da alimentação e do vestuário.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019


Portugueses estão a abandonar Joanesburgo por causa da onda de violência

Há portugueses a abandonar Joanesburgo, a maior cidade de África do Sul, por precaução na sequência da onda de violência que está a opor residentes sul-africanos e os imigrantes de outros países do continente.
Ao Observador, uma portuguesa residente na Cidade do Cabo diz que “a violência ainda está contida em Joanesburgo” mas que há receio que alastre a outras cidades do país: “Joanesburgo nunca foi uma cidade muito segura e isto foi a gota de água para muita gente”, argumenta.
O Portal das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou esta quarta-feira um aviso a dar conta dos “distúrbios em várias zonas” da África do Sul.
“Devem ser, sobretudo, evitadas as zonas em que se constatem aglomeração de populares ou manifestações políticas. Assim sendo, apela-se a todos os visitantes que evitem movimentações nas áreas sob risco, nomeadamente que sejam anunciadas pela Polícia sul africana; os hotéis deverão ter informação dos alertas da Polícia, bem como os órgãos de comunicação social”.
Há registo de pilhagens contra estrangeiros e o caso de um civil assassinado possivelmente na sequência desta onda de violência, conta a agência Lusa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou esta quinta-feira que existem pelo menos duas lojas de portugueses que foram alvo de roubo e pilhagem.
“Continuamos a não ter qualquer informação de cidadãos portugueses feridos ou alvo de qualquer agressão nos distúrbios que ocorreram nos últimos dias em Joanesburgo. A informação que temos é que existem pelo menos dois casos de lojas de cidadãos portugueses que foram objeto de roubos, assaltos ou pilhagens”, disse.
O ministro explicou que as lojas afetadas não foram um alvo específico. “Não foram alvos específicos, estavam no enfiamento de outras lojas alvos destes atos. Existem também informações, sobre a forma de indícios, que possam existir mais casos, em pequeno número, que o cônsul-geral em Joanesburgo está a procurar confirmar”.
Santos Silva disse que o Governo está a acompanhar a situação de perto e explicou que em outros locais da África do Sul não existem portugueses afetados até ao momento.
Os ataques xenófobos de residentes sul-africanos aos imigrantes de outros países de África já têm provocado tensões em Joanesburgo desde 2008. Mas os conflitos eclodiram este fim de semana “sobretudo porque os estrangeiros começaram a responder aos ataques na mesma moeda”.
“Aqui há muito moçambicanos, muitos angolanos, muitos nigerianos. Isto parece quase uma luta de tribos. Ao início, eram atacados por xenofobia. Depois começaram a responder aos ataques”, descreveu a mesma residente portuguesa.
Isso está a acontecer até mesmo fora de África do Sul. Em Lagos, a maior cidade da Nigéria, os imigrantes sul-africanos começam a sofrer represálias por causa das manifestações anti-imigração na África do Sul.
De acordo com o Observador, um sul-africano estava a tentar fazer compras num centro comercial quando lhe mandaram ir embora por causa da sua nacionalidade. “Esta é a resposta à xenofobia na África do Sul. Os manifestantes bloquearam as entradas do ShopRite e ouviram-se tiros. As coisas estão a ficar muito feias na Nigéria por causa daquilo que está a acontecer na África do Sul. As pessoas estão a fugir. As coisas não estão bem. Estão a dizer aos sul-africanos para irem embora”.
Segundo Augusto Santos, esta onda de violência tem raízes nas “manifestações espontâneas de natureza social ligada a questões de desemprego e às condições de vida”. Isso conduziu a uma “dimensão xenófoba, de os alvos de violência incluírem propriedades de pessoas ou empresas estrangeiras, designadamente nigerianos”, explica o ministro. Agora, o problema escalou ainda mais e há “redes criminosas a aproveitarem-se desta instabilidade”.
Muhammadu Buhari, presidente da Nigéria, enviou um representante do governo à África do Sul para “expressar o descontentamento nigeriano pelo tratamentos dos seus cidadãos”. A embaixada da Etiópia no país também pediu cautela aos imigrantes e aconselhou os etíopes “a distanciarem-se de qualquer confronto ou conflito”. O ministro dos Transportes da Zâmbia desaconselhou viagens à África do Sul.
Portugal tem registo de cerca de 200 mil cidadãos em toda a África do Sul, 68 mil destes na grande Joanesburgo.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

This is What The 21st Century European Will Look Like

is Ivica Šola
It is interesting that when migrants are perishing in the Mediterranean as during these past weeks for example, the finger is pointed at people, like Salvini, who seek just one thing: the rule of law, except for those who are escaping life-threatening or any other danger. But no one points the finger at those who create chaos, at the people traffickers and NGOs.
These last ones are, by definition, the good guys and girls, and those who seek the rule of law, because 90% of the migrants without documents are economic migrants, are the bad guys. Since NGOs that deal with climate change already have their saint, virgin and martyr, little Gretta,a sick child (autism), so the NGOs who deal with ferrying migrants into Europe on the backs of the ever-poorer Italians, have as well gotten their saint in the NGO calendar, ship captain and member of Sea Watch, Carol Rackete.
About her, this NGO saint who has given all of herself to saving the downtrodden of the world, little is known, but I consider her a model European of the near future, which will be created by the violent and criminal mixing of races, as well as the ideology of consumerism in which can be surmised all so-called “European Values”.
But before we describe Carol Rackete on the basis of what she has said about herself, let us see who funds her organisation. Even though Soros is mentioned in these kinds of cases constantly, this time that isn’t true. The single biggest contributor is the German Evangelical Church, behind it are various members and sympathisers of “Green” parties.
The Catholic Church of Germany has joined in too, in the character of the favourite cardinal of Pope Francis, the Archbishop of Munich Marx. But, just as adds for dishware on TV, along buying a set of pots you get a set of knives for free, surprise.
In this case of the funding of the NGO Sea Watch the surprise is called Millî Görüş. No, that is not a name or surname, that is the name of a Turkish Islamist organisation (“National Vision” in translation) which, in Europe, counts some 500 thousand members. Their influence, especially in Germany, is based on the financing of mosques and Islamic centers as well as the spreading of radical Islamic political vision. One of its chief ideologues and founders is Necmettin Erbakan, who died eight years ago, but his dire words still live on. I quote Erbakan: ” Europe is sick, and we have to give them the right cure – all of Europe will become Islamic. We will conquer Rome as well.” How? With weapons as was the case during the two prior invasions in history?
No, with the helps of useful idiots like Carol and the abuse of human rights, which he surmised in the sentence: “We will conquer you through your laws”. Because of all this, last year, the Islamist organisation Millî Görüş came into conflict with Austrian Chancellor Sebastian Kurzwho banished about 60 imams and closed down 7 mosques which had been radicalizing young Muslims, even those of the second generation.
There’s no joking with Kurz, but, sadly, in other European countries they ignore this powerful and numerous organisation, media hardly write about it. So we have come to the paradox of an Islamist organisation along with the German Evangelical and Catholic Church and an ever-stronger grouping of green parties funding our Carol Rackete and her organisation and ship.
Rackete is the model of the coming European, void of roots, void of anything, void of identity. Here is what she has said about herself, from the Italian Corriere della Sera to the Spanish El Pais. She is, she says, hounded by a guilty conscience for being a European because she grew up in prosperity, as opposed to the people of the so-called Third World, and for this Europe is guilty, so her activism is her way of clearing her guilty conscience because of criminal Europe.
Although a German, she does not feel German, but European. She is apolitical, but she wants “more Europe” because nations are the sources of evil. She claims she has no fixed home. Borders she considers stupid, and the history of Europe but a history of evil. Naturally, she is a fan of Gretta, environmentally conscious. Not only does this saint save migrants, she is saving Earth too, so she is a member of the group Extinction Rebellion “where we are fighting climate change … so I didn’t go to China by plane but by train.
No roots has she, constantly is she travelling and saving this and that. Human right are above positive laws and everyone from the Islamic world and without documents has the right, even though not fleeing war or poverty, to come to Europe and look for an even better life. Of course, she is an atheist, not a fan of Christianity, but she takes money from Churches and even Islamist organisations. She considers herself an intellectual and has ” a network of friends in universities through the world”.
Who doesn’t think or do or live like her, she deals with simply, he is a racist, fascist, xenophobe, islamophobe. Naturally, for her Capitalism is an evil, even though she is bringing the hated Capitalists literal slaves, a cheap work force. When that same cheap labour force rapes Westerners, she mostly keeps her mouth shut because “Europeans do that too”. Everything is after all relative, all cultures are the same, and all people are brethren. In one, an atheist, stateless, without any identity, she doesn’t want to connect or to have children. Millî Görüş is right to give her money. An excellent investment.
This is a translation of an article written by Ivica Šola, on Slobodna Dalmacija.

sábado, 31 de agosto de 2019

AUTOR DESCONHECIDO
Este perigo já foi apresentado várias vezes, mas é como se não tivesse sido apresentado. Os nossos líderes têm-se comportado como navegadores à vista, sem capacidade de prever o que está por detrás destas emigrações. Agora quase todos gritam! Este assunto tem de ser resolvido globalmente, pela ONU. Por detrás destas emigrações forçadas estão os líderes do Islão, os líderes do mundo islâmico, os senhores do petróleo, do ouro, das fortunas escandalosas que não querem repartir com os seus governados. O que se está a passar é uma invasão comandada pelos líderes do Islão, para expandirem a sua ideologia. Para isso, criam situações artificiais insustentáveis aos seus povos, para os obrigar a emigrar e expandir o Islão. Toda esta estratégia consta do Alcorão. Leiam com atenção o Alcorão, porque, pelas religiões se conhecem os povos ...! Trata-se duma forma de guerra santa: a emigração é para o Islão um acto de fé e de luta pelo Islão, por Alá - deus inventado por Maomé, para suportar esta ideologia de unificação dos povos dispersos pelo Médio Oriente, e que se tornou expansionista desde a Idade Média. Os líderes do Islão devem ser acusados por este morticínio, porque eles é que são os mentores destes infelizes usados como cobaias, para satisfazerem as suas ambições. Ouve-se alguma palavra no mundo islâmico? Não se ouve nada, porque tudo isto lhes interessa. E, para esta gente formatada para a escravidão, para o fanatismo ideológico, embora nos custe aceitar, a nós, ocidentais, e, por isso, temos de usar certo maquiavelismo amargo, porque é uma das armas que eles usam, e a guerra é impiedosa - é ver o EI -, dada a formatação que têm no cérebro, morrer na emigração é um ato de fé islâmica, tal qual os kamikasis que andam por aí já a matar e a morrer por amor a Alá. É este o mundo construído pelas religiões! É preciso ter mão nelas, porque a nossa História está repleta de maus exemplos. Cada uma delas mata como e quando lhe dá jeito!

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Bélgica: Primeiro Estado Islâmico da Europa?
por Giulio Meotti
15 de Maio de 2018 18:33
Original em inglês: Belgium: First Islamic State in Europe?
Tradução: Joseph Skilnik
Os líderes do Partido ISLAM pelo jeito querem transformar a Bélgica em um Estado islâmico. Eles a chamam de "Democracia Islamista" e o ano previsto é: 2030.
"O programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final". — Revista francesa Causeur.
"A capital europeia (Bélgica) será muçulmana em vinte anos". — Le Figaro.
A sigla do Partido ISLAM da Bélgica significa "Integridade, Solidariedade, Liberdade, Autenticidade, Moralidade". Os líderes do Partido ISLAM pelo jeito querem transformar a Bélgica em um Estado islâmico. Eles a chamam de "Democracia Islamista" e o ano previsto é: 2030.
Segundo a revista francesa Causeur, "o programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final. Criado na véspera do escrutínio municipal de 2012, o Partido ISLAM obteve de imediato resultados impressionantes. Os números são alarmantes.
O efeito que esse novo partido está provocando, segundo Michaël Privot, especialista em Islã e Sebastien Boussois, cientista político, poderá vir a ser a "implosão do tecido social belga". Políticos belgas, como Richard Miller, já defendem a proscrição do Partido ISLAM.
A revista semanal francesa Le Point traça os planos do Partido ISLAM: o partido deseja "evitar o vício proibindo o funcionamento de casas de jogos (cassinos, casas de apostas) e lotéricas". Juntamente com a autorização do uso do véu muçulmano nas escolas e um acordo sobre os feriados religiosos islâmicos, o partido quer que todas as escolas na Bélgica ofereçam carne halal em seus cardápios. Redouane Ahrouch, um dos três fundadores do partido, também propôs segregar homens e mulheres no transporte público. Ahrouch era membro do Centro Islâmico da Bélgica na década de 1990, um ninho do fundamentalismo islâmico onde se recrutava candidatos à jihad para lutarem no Afeganistão e no Iraque .
O Partido ISLAM sabe que a demografia está do seu lado. Ahrouch salientou que "em 12 anos Bruxelas será composta em sua maioria por muçulmanos". Nas próximas eleições belgas, o Partido ISLAM já se prepara para concorrer com candidatos em 28 municípios. À primeira vista parece irrisório em termos comparativos, uma vez que há 589 municípios belgas, mas mostra o progresso e a ambição do novo partido. Em Bruxelas, o partido estará presente em 14 das 19 legendas.
O mais provável é ser esta a razão do Partido Socialista temer a ascensão do Partido ISLAM. Em 2012 o partido já mostrou sua força ao concorrer em apenas três distritos de Bruxelas, elegendo um representante em dois deles (Molenbeek e Anderlecht), perdendo apenas por uma margem apertada na cidade de Bruxelas.
Dois anos mais tarde, nas eleições parlamentares de 2014, o Partido ISLAM tentou expandir a sua base eleitoral em duas circunscrições eleitorais, a cidade de Bruxelas e Liège. E mais uma vez, os resultados foram impressionantes para um partido que defende a introdução da Sharia, lei islâmica, na Bélgica. Em Bruxelas, eles conquistaram 9.421 votos (quase 2%).
Este movimento político, pelo que se sabe, começou em Molenbeek "toca dos radicais belgas", uma "incubadora de recrutadores para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante". Seus jihadistas aparentemente estavam planejando desfechar ataques terroristas em toda a Europa e até mesmo no Afeganistão. O colunista francês Éric Zemmour, jocosamente sugeriu que, em vez de bombardear Raqqa, na Síria, a França deveria "bombardear Molenbeek". No momento em Molenbeek 21 autoridades municipais de um total de 46 são muçulmanas.
A polícia antimotim monta guarda no distrito de Molenbeek, em Bruxelas, em meio a blitzes nas quais inúmeras pessoas, incluindo Salah Abdeslam, um dos responsáveis pelos ataques em Paris em novembro de 2015, foram presas em 18 de março de 2016. (Foto de Carl Court/Getty Images)
"A capital europeia", salienta o Le Figaro, "será muçulmana em vinte anos".
"Cerca de um terço da população de Bruxelas já é muçulmana", assinalou Olivier Servais, sociólogo da Universidade Católica de Lovaina. "Os praticantes do Islã, devido a sua alta taxa de natalidade, deverão ser maioria" em quinze ou vinte anos. Desde 2001... Mohamed está no topo da lista dos nomes dados aos meninos nascidos em Bruxelas".
O Partido ISLAM trabalha em um ambiente propício. Segundo o prefeito de Bruxelas, Yvan Mayeur, todas as mesquitas da capital europeia já estão "nas mãos dos salafistas". Há poucas semanas, o governo belga encerrou o arrendamento, de longo prazo, da maior e mais antiga mesquita do país, a Grande Mesquita de Bruxelas à família real saudita, "como parte do que as autoridades dizem ser uma campanha para combater a radicalização". Autoridades salientaram que a mesquita, era uma "gleba do extremismo".
Um relatório confidencial do ano passado revelou que a polícia havia descoberto 51 organizações em Molenbeek com suspeitas de ligações com o jihadismo.
Será que já não chegou a hora da Bélgica acordar da letargia?
Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.
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terça-feira, 27 de agosto de 2019

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