Os oito
países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) têm cerca de 244
milhões de habitantes, sendo no Brasil que vivem mais jovens e, em Portugal, a
maior percentagem de idosos, segundo as “Estatísticas da CPLP” de 2003
a 2010, agora divulgadas. Em cada dez residentes no espaço
lusófono, oito habitam no Brasil. É em Angola que se encontra o número mais
baixo de habitantes por quilómetro quadrado e onde as mulheres têm, em média,
mais filhos.
Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Exceptuando Cabo Verde, os países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste registavam uma percentagem de população jovem superior a 40% da população total.
No Brasil, o peso relativo dos jovens situava-se em 24,1% e em Portugal apenas nos 15,1%.
A maior percentagem de população “potencialmente activa” (15-64 anos) está no Brasil (68,5%) e a menor em Angola (50,1%).
A esperança de vida à nascença aumentou em todos países da CPLP, durante o período 2003-2010. Os maiores progressos ocorreram em Timor-Leste (crescimento de 5,4 anos, entre 2004 e 2010), seguido de Moçambique (4,6 anos, de2003
a 2010).
A esperança de vida à nascença é superior nas mulheres, nos oito países.
É em Angola que as mulheres têm mais filhos (6,2 filhos por mulher), 4,5 vezes mais do que em Portugal, que apresenta o valor mais baixo da CPLP (1,37).
Para além de Angola, mais três países registaram valores acima de cinco filhos por mulher: Timor-Leste (5,8), Moçambique (5,6) e Guiné-Bissau (5,3).
Embora se registe nos oito países uma tendência para a diminuição do número de filhos por mulher, em Portugal e no Brasil o número de nascimentos não permite manter o mesmo número de habitantes.
A superfície total da Comunidade é, aproximadamente, de 10,7 milhões de quilómetros-quadrados.
O desequilíbrio, quanto à extensão dos países membros, é notório: o Brasil apresenta a maior superfície territorial,
cerca de 79,51%, enquanto São Tomé e Príncipe representa apenas 0,01%, sendo o membro da Comunidade com menor superfície.
É também no Brasil que vive a maior população estimada, 190,7 milhões de habitantes (78,0%); consequentemente, em cada dez residentes no espaço territorial da CPLP, aproximadamente oito residem no Brasil.
A densidade populacional mais elevada, em 2010, registava-se em São Tomé e Príncipe, com 163,6 habitantes por quilómetro quadrado, seguindo-se Cabo Verde (122,5) e Portugal (115,4).
Com menos de cem habitantes por quilómetro quadrado, surgem Timor-Leste (71,3), Guiné-Bissau (41,9), Moçambique (28,0), Brasil (22,4) e, por último, Angola (14,0).
Em 2010, no espaço comunitário lusófono, a proporção da população entre os 15 e os 64 anos (idade activa) era maior no Brasil, com 68,5%. No segundo lugar situava-se Portugal com 66,7% e era em Angola que se encontrava, a menor população em idade activa (50,1% em 2010)
Portugal é o país mais envelhecido da CPLP, isto é, com a maior percentagem de habitantes com mais de 65 anos (18,2%).
No polo oposto, encontra-se Angola, com a menor proporção de população idosa (2,5% em 2010).
No mesmo ano, a esperança de vida à nascença nos oito países da CPLP apresentou os valores mais baixos na Guiné-Bissau (46,8 anos) e em Angola (48,4 anos). Seguiu-se Moçambique (52,1 anos), Timor-Leste (64,2 anos), São Tomé e Príncipe (67,6 anos), Brasil (73,4 anos), Cabo Verde (74,5 anos) e Portugal, que se encontrava no topo, com 79,2 anos de esperança de vida à nascença, no conjunto de ambos os sexos.
Em toda a Comunidade, as mulheres têm uma esperança de vida superior à dos homens.
A esperança de vida à nascença aumentou em todos países da CPLP no período 2003-2010. Os maiores progressos ocorreram em Timor-Leste, onde este indicador demográfico teve um crescimento médio anual de 1,5%, seguido de Moçambique, com uma subida de 1,3%.
Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Exceptuando Cabo Verde, os países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste registavam uma percentagem de população jovem superior a 40% da população total.
No Brasil, o peso relativo dos jovens situava-se em 24,1% e em Portugal apenas nos 15,1%.
A maior percentagem de população “potencialmente activa” (15-64 anos) está no Brasil (68,5%) e a menor em Angola (50,1%).
A esperança de vida à nascença aumentou em todos países da CPLP, durante o período 2003-2010. Os maiores progressos ocorreram em Timor-Leste (crescimento de 5,4 anos, entre 2004 e 2010), seguido de Moçambique (4,6 anos, de
A esperança de vida à nascença é superior nas mulheres, nos oito países.
É em Angola que as mulheres têm mais filhos (6,2 filhos por mulher), 4,5 vezes mais do que em Portugal, que apresenta o valor mais baixo da CPLP (1,37).
Para além de Angola, mais três países registaram valores acima de cinco filhos por mulher: Timor-Leste (5,8), Moçambique (5,6) e Guiné-Bissau (5,3).
Embora se registe nos oito países uma tendência para a diminuição do número de filhos por mulher, em Portugal e no Brasil o número de nascimentos não permite manter o mesmo número de habitantes.
A superfície total da Comunidade é, aproximadamente, de 10,7 milhões de quilómetros-quadrados.
O desequilíbrio, quanto à extensão dos países membros, é notório: o Brasil apresenta a maior superfície territorial,
cerca de 79,51%, enquanto São Tomé e Príncipe representa apenas 0,01%, sendo o membro da Comunidade com menor superfície.
É também no Brasil que vive a maior população estimada, 190,7 milhões de habitantes (78,0%); consequentemente, em cada dez residentes no espaço territorial da CPLP, aproximadamente oito residem no Brasil.
A densidade populacional mais elevada, em 2010, registava-se em São Tomé e Príncipe, com 163,6 habitantes por quilómetro quadrado, seguindo-se Cabo Verde (122,5) e Portugal (115,4).
Com menos de cem habitantes por quilómetro quadrado, surgem Timor-Leste (71,3), Guiné-Bissau (41,9), Moçambique (28,0), Brasil (22,4) e, por último, Angola (14,0).
Em 2010, no espaço comunitário lusófono, a proporção da população entre os 15 e os 64 anos (idade activa) era maior no Brasil, com 68,5%. No segundo lugar situava-se Portugal com 66,7% e era em Angola que se encontrava, a menor população em idade activa (50,1% em 2010)
Portugal é o país mais envelhecido da CPLP, isto é, com a maior percentagem de habitantes com mais de 65 anos (18,2%).
No polo oposto, encontra-se Angola, com a menor proporção de população idosa (2,5% em 2010).
No mesmo ano, a esperança de vida à nascença nos oito países da CPLP apresentou os valores mais baixos na Guiné-Bissau (46,8 anos) e em Angola (48,4 anos). Seguiu-se Moçambique (52,1 anos), Timor-Leste (64,2 anos), São Tomé e Príncipe (67,6 anos), Brasil (73,4 anos), Cabo Verde (74,5 anos) e Portugal, que se encontrava no topo, com 79,2 anos de esperança de vida à nascença, no conjunto de ambos os sexos.
Em toda a Comunidade, as mulheres têm uma esperança de vida superior à dos homens.
A esperança de vida à nascença aumentou em todos países da CPLP no período 2003-2010. Os maiores progressos ocorreram em Timor-Leste, onde este indicador demográfico teve um crescimento médio anual de 1,5%, seguido de Moçambique, com uma subida de 1,3%.
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